<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9126126034392667160</id><updated>2011-07-09T03:12:36.043-07:00</updated><title type='text'>Energia e Sustentabilidade</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Showcolate</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15561449521789054314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9126126034392667160.post-6819218636821603825</id><published>2011-03-18T14:53:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T15:34:55.950-07:00</updated><title type='text'>Mudança na matriz energética requer transformações nos padrões atuais de produção e consumo</title><content type='html'>Por Redação IHU&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img align="right" border="0" class="foto" src="http://www.envolverde.com.br/fotos_novas/88042.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O sistema energético com base em hidrelétricas é insustentável e  prejudicial às populações ribeirinhas, afirma o professor Heitor  Scalambrini Costa, da Universidade Federal do Pernambuco (UFPE), em  entrevista por e-mail, à IHU On-Line. De acordo com o professor, as  hidrelétricas previstas no rio Madeira e Xingu são desnecessárias para  atender às necessidades elétricas do país. Em sua percepção, elas foram  projetadas com o objetivo de “beneficiar as indústrias do setor  eletrointensivo, como as empresas produtoras de ferro, celulose e  alumínio primário, que são grandes consumidoras (e desperdiçadoras) de  energia”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costa enfatiza que, para construir um modelo energético  sustentável, é necessário mudar os modos de produção e consumo da  sociedade. Para ele, mudanças na matriz energética, que conduzam ao bem-  estar das pessoas, “devem levar em conta uma profunda transformação nos  padrões atuais de produção/consumo, no estilo de vida” da população.  Nesse sentido, ele propõe mudanças no conceito de crescimento econômico,  e ressalta que as fontes de energia renováveis, além de ajudarem a  combater os impactos ambientais, ajudariam a diminuir a pobreza e os  problemas socioeconômicos do País. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costa é graduado em Física  pelo Instituto de Física Gleb Wattaghin da Universidade Estadual de  Campinas (Unicamp), mestre em Energia Solar, pelo Instituto de Energia  Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutor em  Energia, pela Commissariat à I’Energie Atomique-CEA, Centre d’Estudes de  Cadarache et Laboratorie de Photoelectricité Faculte Saint-  Jerôme/Aix-Marseille III, França. Atualmente, coordena os projetos da  ONG Centro de Estudos e Projetos Naper Solar e o Núcleo de Apoio a  Projetos de Energias Renováveis - NAPER da Universidade Federal de  Pernambuco (UFPE).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Como o senhor avalia a matriz energética nacional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa - &lt;/b&gt;O  Brasil tem 45% da sua matriz energética baseada em fontes renováveis,  particularmente para a geração de energia elétrica e potencialmente nos  combustíveis líquidos para transporte, a partir de agrocombustíveis. Por  outro lado, há uma absurda e brutal emissão de carbono no uso da terra.  Basicamente, em função das transformações no uso da terra na região  amazônica, onde o desmatamento e queimadas são usados para abrir campos  agriculturáveis e pastagens.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida, nos encaminhamos para o  fim da era do petróleo, e nos defrontamos com o grande desafio, que é  combater as causas das mudanças climáticas, principalmente substituindo  os derivados do petróleo por combustíveis renováveis. Estamos em um  período de transição e de incorporação de novas fontes energéticas na  vida das pessoas e das nações. Discutir, portanto, uma mudança na matriz  energética que realmente busque preservar a vida e o bem-estar dos  indivíduos no planeta precisa levar em conta uma profunda transformação  nos padrões atuais de produção/consumo, no estilo de vida, no conceito  de desenvolvimento vigente e na própria organização de nossa sociedade.  Entendo que, para concretizar uma estratégia em bases sustentáveis,  seria necessário investir na diversidade e na complementaridade das  fontes energéticas, portanto nas alternativas renováveis como a energia  eólica, solar térmica, fotovoltaica, marés, ondas, biomassa, pequenas  quedas de água (PCH´s ). Portanto, discutir a matriz energética implica,  em primeiro lugar, refletir a serviço de quem estará esta nova matriz e  levar em conta quem se beneficiará ou qual propósito servirá, ou seja:  energia para quê&amp;nbsp; e para quem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Investindo na construção de novas hidrelétricas, o Brasil estará produzindo energia para quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa - &lt;/b&gt;O  Plano Decenal de Expansão de Energia Elétrica (PDEE) 2006-2015,  divulgado pelo Governo Federal, tem pouco apreço pela busca da  eficiência energética e do uso racional de energia. Foi elaborado para  beneficiar as indústrias do setor eletro-intensivo, como as empresas  produtoras de ferro, pasta de celulose e alumínio primário, que são  grandes consumidoras (e desperdiçadoras) de energia, concentrando em  três megaprojetos (as usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio - no  Rio Madeira, em Rondônia, a de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará e a  usina nuclear de Angra III), que causarão grandes impactos sociais e  ambientais e têm uma chance razoável de dar errado. Empreendimentos  estes rechaçados pelos movimentos sociais e pela sociedade brasileira há  anos, devido aos impactos ambientais que provocarão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O governo  não deu muita importância à adoção de novas matrizes de energia  renovável no País. As energias renováveis são relegadas no PDEE,  enquanto deveriam ser encaradas como a grande solução para a questão  energética. O Brasil já é capaz de produzir em quantidade energia solar  térmica, solar fotovoltaica, eólica ou biomassa, entre outras, e só não o  faz por falta de vontade política do governo. O governo segue  desconsiderando essa tendência internacional apesar do País possuir  potencial para suprir totalmente a demanda nacional atual e também para  fornecer eletricidade a locais remotos que não a possuem ou que utilizam  outras fontes, como a geração a diesel ou a gás.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao desprezar as  fontes renováveis, o País acaba deixando de economizar energia. Essas  fontes poderiam também resolver problemas atuais do setor, como o pico  de consumo causado por chuveiros elétricos e que pode ser reduzido  utilizando a energia solar térmica, beneficiando a todos, inclusive às  concessionárias. Assim a demanda poderia ser mais balanceada e o fator  de carga elevado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Num momento em que tanto  se discute a questão ambiental e o aquecimento global, por que  viabilizar grandiosos projetos de usinas hidrelétricas no Rio Madeira e  no Xingu, por exemplo, se já está comprovado que grandes hidrelétricas  geram impactos ambientais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa -&lt;/b&gt; Os  planos e estratégias de expansão da oferta de energia elétrica feito  pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE pressupõe a continuidade de  construção de grandes barragens e a prevalência da opção hidrelétrica  para assegurar 4/5 da oferta, deixando a termeletricidade (gás natural,  carvão mineral, derivados de petróleo e nuclear) os 20% restantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para  a elaboração deste cenário, é considerada a construção de grandes  hidrelétricas na região Norte do País, a conclusão de Angra III e a  construção de outras novas nucleoelétricas, enquanto que a inserção da  energia solar e eólica na matriz energética nacional se mantém de forma  incipiente. A energia elétrica obtida a partir do potencial hidráulico  de um rio, através da construção de uma barragem, com a conseqüente  formação de um reservatório, tem se revelado no cenário nacional e  internacional insustentável. São identificados problemas  físico-químico-biológicos decorrentes da implantação e operação de uma  usina hidrelétrica e de sua interação com as características ambientais  do local de construção (por exemplo, alteração do regime hidrológico,  assoreamento, emissões de gases estufa a partir da decomposição orgânica  no reservatório, entre outros), além dos aspectos sociais,  particularmente com relação às populações ribeirinhas atingidas pelas  obras (formação do reservatório), invariavelmente desconsideradas,  diante dos deslocamentos destas populações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Hidrelétricas desnecessárias&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As  hidrelétricas previstas no rio Madeira e Xingu são desnecessárias para  atender as necessidades elétricas do País. Foram projetadas para  beneficiar as indústrias do setor eletro-intensivo, como as empresas  produtoras de ferro, celulose e alumínio primário, que são grandes  consumidoras (e desperdiçadoras) de energia, além de obviamente as  grandes empreiteiras (fonte de “eterna” corrupção).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem  outras alternativas de oferta de energia elétrica sem a necessidade  destas obras tão renegadas pela sociedade civil brasileira. Alternativas  como a repotenciação (modernização) das hidrelétricas já existentes,  melhorar a eficiência e conservação de energia, utilizar o aquecimento  de água com energia solar para substituição dos chuveiros elétricos,  dentre outras medidas, seriam suficientes para ofertar a energia  elétrica necessária ao País, sem a necessidade de realizar estas grandes  obras. Portanto, o Brasil não tem necessidade de construir as usinas  hidrelétricas no Rio Madeira e no Xingu para atingir as metas do  Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Estas decisões, referentes à  construção de usinas de geração de eletricidade, têm sido expostas  diante de um suposto aumento dos riscos de déficit de energia,  alimentadas pela síndrome do apagão. Parece-me mais inteligente buscar  formas de aumentar a eficiência e a conservação de energia e de  encontrar, na diversidade das fontes renováveis, as múltiplas saídas  para os problemas energéticos do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;IHU On-Line - O  senhor afirma que o tratamento dado à questão energética no PAC  (Programa de Aceleração do Crescimento) foi decepcionante. Por quê? De  que maneira o PAC poderia contribuir para o efetivo desenvolvimento do  País, no que se refere à energia elétrica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa - &lt;/b&gt;Pode  se afirmar que o tratamento dado à questão energética no PAC foi  decepcionante e frustrante para aqueles que almejam um desenvolvimento  em nosso país mais igualitário, menos excludente e sustentável  ambientalmente. Estamos na contramão da história, pois os mais recentes  estudos do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática&amp;nbsp; da  Organização das Nações Unidas têm apontado como o pior vilão das  mudanças climáticas o uso dos combustíveis fósseis (petróleo, gás  natural e carvão mineral) causadores do efeito estufa. E,  lamentavelmente, são estes combustíveis que receberam os maiores  recursos destinados pelo PAC.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma previsão de aporte de  recursos da ordem de R$ 274,8 bilhões até 2010, a área de  infra-estrutura energética teve a maior fatia do bolo de investimentos. O  plano mostra o viés conservador do governo por investir em combustíveis  fósseis (maiores causadores do aquecimento global). A rubrica petróleo e  gás levou R$ 179 bilhões, enquanto para o desenvolvimento de fontes  renováveis de energia serão destinadas “migalhas” da ordem de R$ 17,4  bilhões. O setor elétrico, por sua vez, receberá R$ 65,9 bilhões para  investimento em geração de energia e R$ 12,5 bilhões para investimentos  em transmissão e distribuição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar do setor elétrico receber  menos recursos que o setor petróleo e gás, o PAC atendeu às  reivindicações dos empresários do setor elétrico (leia-se as grandes  empresas transnacionais), beneficiando-as com mudanças nas regras de  empréstimos concedidos pelo BNDES, que aumentaram as facilidades para os  empresários do setor. Os prazos de pagamento foram estendidos de 14  para 20 anos e os prazos de carência aumentados de seis meses para um  ano. Além disso, o financiamento pode chegar a até 80% do valor total do  empreendimento. Também há outras facilidades, como a redução do valor  das garantias dos projetos de construção de usinas hidrelétricas e a  diminuição das exigências de previsão de fluxo de caixa para  financiamentos no setor de energia. O governo, com essas “facilidades”,  espera viabilizar projetos de usinas hidrelétricas de Jirau (3.300 MW) e  Santo Antonio (3.150 MW), no Rio Madeira (barragem de 217 km), em  Rondônia e de Belo Monte (5.500 MW), e no Rio Xingu, no Pará (barragem  de 440 km).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes que o Brasil se renda ao apelo da energia  nuclear (ambientalmente incorreta por causa dos riscos de acidentes e da  produção de resíduos radioativos), ou continue lutando contra a  sociedade civil para aprovar a construção de novas hidrelétricas e  termelétricas, parece mais inteligente buscar formas de aumentar a  eficiência e a conservação de energia, e de encontrar, na diversidade  das fontes renováveis, as múltiplas saídas para os problemas energéticos  do país.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Discutir as mudanças na matriz  energética brasileira implica em discutir também mudanças no sistema de  produção e consumo? Como o senhor relaciona esses aspectos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa &lt;/b&gt;-  Um modelo sustentável só será possível a partir da mudança dos modos de  produção e de consumo da sociedade. É a razão capitalista com base no  consumismo, no militarismo, e na da lógica de acumulação do capital que  está levando o nosso planeta - e os seres vivos que o habitam - a uma  situação catastrófica do ponto de vista do meio ambiente, das condições  de sobrevivência da vida humana e da vida em geral.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O paradigma  do crescimento econômico deve e precisa ser profundamente alterado.  Precisamos nos adequar à velocidade dos acontecimentos, pois o caos  climático e suas conseqüências se transformarão, em poucos anos, num  fator de contestação global do capitalismo como jamais houve na  história. Para estar à altura dos acontecimentos, uma boa idéia é  começar a deixar de lado um conceito de crescimento econômico que nos  foi imposto pelo próprio capitalismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão central é como  vamos mudar o sistema de produção. Na medida em que se muda a produção,  se mudará o consumo. A produção comanda e obriga o consumo. Se há  preocupação em mudar a questão ambiental, é preciso se pensar em mudar o  sistema de produção, o modelo atual da civilização ocidental  industrializada. Temos que combater aqueles que parecem obedecer a uma  mentalidade desenvolvimentista ainda calcada na visão do “mais e maior” e  que ignora as dimensões socioambientais do “crescimento infinito”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  fato é que jamais haverá, sob o signo do capitalismo, a “salvação  ambiental”. Por isso, a luta socioambiental é hoje o instrumento mais  importante para a superação do capitalismo antes que o capitalismo acabe  com as condições para que a humanidade exista nesse Planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU  On-Line - Como o senhor percebe a criação das Pequenas Centrais  Hidrelétricas enquanto alternativa para o funcionamento efetivo da  energia elétrica no País?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa -&lt;/b&gt; O  Brasil tem características geográficas e hidrológicas que favorecem o  emprego da energia hidroelétrica. No País, existe um importante  potencial, identificado através das PCH´s, estimado em 9.800 MW,  considerando usinas com até 30 MW de potência instalada e com o  reservatório de até 3 km2.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma PCH não é uma central em tamanho  reduzido, e sim uma concepção diferente e mais simples de uma central  hidrelétrica. A agressão à natureza deste tipo de empreendimento é muito  menor que o causado pelas grandes hidroelétricas. Sem dúvida, as PCH´s  se constituem em uma fonte de energia elétrica que devemos apoiar, para a  construção de uma matriz energética mais renovável e diversificada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Como o senhor relaciona a questão energética e o desenvolvimento sustentável?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa &lt;/b&gt;-  Muitos acreditam e manifestam a crença de que o mercado pode ser o  responsável pela implantação da filosofia do desenvolvimento  sustentável. Acreditam que com o decorrer do tempo, e com o surgimento  de novas tecnologias, os problemas ambientais podem ser sanados e  superados, resultando uma melhoria no bem-estar social ou mesmo a  diminuição das desigualdades sociais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato é que o  desenvolvimento sustentável não pode ser tratado apenas como uma questão  restrita a políticas ambientais e tecnológicas. Os problemas da  desigualdade social e do modo de produção atual são os obstáculos para  se alcançar uma forma de desenvolvimento capaz de preservar o meio  ambiente e, ainda assim, proporcionar melhores condições de vida as  pessoas excluídas do sistema de trabalho. Um modelo sustentável só será  possível a partir da mudança dos modos de produção e de consumo da  sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como podemos observar em nosso país, a temática da  oferta da energia traz questões de ordem política decorrente da forma  como as diferentes opções energéticas são impostas à sociedade. O  tratamento da questão energética continua a revelar a prevalência da  visão liberal-mercantilista, que concebe o setor energético como um  campo de relações de troca de mercadorias, com vistas à ampliação da  acumulação de capital.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line – Qual é o papel das fontes renováveis de energia na matriz energética brasileira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa -&lt;/b&gt;  As fontes renováveis de energia, como biomassa, PCHs, eólica e energia  solar, incluindo a fotovoltaica, têm e terão um papel fundamental a  cumprir, pois aumentam a diversidade da oferta de energia; asseguram a  sustentabilidade da geração de energia a longo prazo; reduzem as  emissões atmosféricas de poluentes; criam novas oportunidades de  empregos nas regiões rurais, oferecendo oportunidades para fabricação  local de tecnologia de energia; e fortalecem a garantia de fornecimento  porque, diferentemente do setor dependente de combustíveis fósseis, não  requerem importação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de solucionar grandes problemas  ambientais, como o efeito estufa, as novas renováveis ajudam a combater a  pobreza, e também podem aumentar o acesso à água potável proveniente de  poços. Água limpa e alimentação cozida reduzem a fome (95% dos  alimentos precisam ser cozidos antes de serem ingeridos). Pode haver a  redução de tempo que mulheres e crianças gastam nas atividades básicas  de sobrevivência (buscando toras, coletando água, cozinhando). Além  disso, energia em casa facilita o acesso à educação, aumenta a segurança  e permite o uso de mídia e comunicação na escola; diminuir o  desmatamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos realizados pela WWF mostram que, num  cenário elétrico sustentável, as fontes como solar, eólica, biomassa e  PCHs podem fornecer até 20% da geração total de eletricidade, empregando  oito milhões de pessoas e reduzindo as emissões dos gases de efeito  estufa. Basta para isso que se retome a fase 2 do PROINFA (Programa de  Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica), que foi  abandonado pelo governo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU On-Line - Como o senhor se posiciona em relação ao debate sobre energia no País? E a questão dos agrocombustíveis?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa -&lt;/b&gt;  Em toda a discussão atual sobre energia no Brasil, se fala sempre na  ameaça dos apagões frente ao crescimento econômico anunciado. Nem o  governo, nem as autoridades do setor energético, nem os responsáveis  pela administração do setor elétrico brasileiro, nem os distribuidores  falam uma só palavra sobre economia de energia, racionalização do gasto  de energia, eficiência, manutenção, modernização.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Só a obra nova  parece interessar e ser capaz de gerar energia no Brasil. Cada vez é  mais constante ouvir declarações governamentais e de “técnicos” de  empresas estatais e privadas, demonstrando desprezo pelas energias  renováveis e grande dose de ignorância sobre o debate energético  contemporâneo. Diferentemente destas declarações preconceituosas sobre  as energias alternativas como solução para o problema energético do  Brasil, elas podem, sim, atender às necessidades e demandas futuras,  diversificando e complementando a matriz elétrica. Ao estabilizar em  torno de 70% de energia hídrica, os outros 30% podem ser perfeitamente  adicionados por fontes renováveis, especialmente biomassa, PCH´s, eólica  e solar – que nem foi incluída no PROINFA.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PROINFA foi criado  para estimular as fontes alternativas de energia, e que em cinco anos  não realizou nem 40% das suas metas originais, relativamente banais,  diga-se de passagem, de conseguir gerar 3.300 MW de eletricidade a  partir de&amp;nbsp; biomassa, eólica e hídrica com base em PCH´s.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Biocombustíveis&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejamos  o que está ocorrendo com relação à produção do etanol e do biodiesel.  Com base no modelo do agronegócio, que destina grandes extensões de  terra para a monocultura, procura-se transformar o Brasil em grande  exportador de combustíveis líquidos com o apoio e ganância de grandes  grupos econômicos e fundos de investimentos. Este modelo causa impactos  negativos em comunidades camponesas, ribeirinhas, indígenas e  quilombolas, que têm seus territórios ameaçados pela expansão do  capital.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que se verifica hoje é a compra de terras por  estrangeiros (japoneses, chineses, americanos, franceses, holandeses e  ingleses), que estão aportando no país, comprando usinas e formando um  estoque de terras que rende uma valorização acelerada, na linha da  especulação típica das zonas urbanas. O Brasil entra com a terra, a água  e o sol, e mão-de-obra barata. Já eles colhem, exportam e vendem o  produto, aplicando os lucros lá fora. Ficam com o verde da cana e dos  dólares e, nós, com o amarelo da fome. Sem abandonar estas fontes de  riqueza para o País, o modelo agrícola a ser adotado deveria estar  baseado na agroecologia, no zoneamento agrícola e na diversificação da  produção. Ele deve ser orientado por um sentido de desenvolvimento, que  fortaleça a agricultura familiar e o desenvolvimento regional, e não  pela lógica de querer, acima de tudo, transformar o Brasil em um grande  exportador de combustíveis. Tem se afirmado com insistência, ao longo  dos anos, que não existe solução para os problemas urbanos do Brasil,  sem melhorar a qualidade de vida no campo. Assim, a questão crucial não  deve ser plantar isto ou aquilo, mas sim “plantar para quê e para quem”?  Essas questões, por sua vez, devem estar subordinadas a uma pergunta  mais geral: qual padrão de desenvolvimento e de consumo a sociedade  brasileira deseja? A produção de agro-combustíveis como etanol e  biodiesel só faz sentido se melhorar a qualidade de vida do povo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;IHU  On-Line – Qual é o interesse do Brasil em utilizar energia nuclear como  fonte energética? Essa opção pode ser considerada um regresso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heitor Scalambrini Costa -&lt;/b&gt;  O Brasil não tem necessidade de construir mais usinas nucleares para  atingir a meta do PAC de aumentar a oferta de energia elétrica. Fonte de  energia elétrica ambientalmente incorreta por causa dos riscos de  acidentes e pela produção de resíduos radioativos, o uso da  nucleoeletricidade pelo Brasil é estrategicamente incorreto, e&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;deveria ser definitivamente descartada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os  defensores da tecnologia nuclear insistem que a energia nuclear não  emite dióxido de carbono (CO2) e, por isso, é uma boa opção para  enfrentar o aquecimento global. Os lobistas desta tecnologia não  incorporam em seus cálculos o processo completo da energia nuclear,  porque&amp;nbsp; consideramos a mineração do urânio (combustível nuclear), o  transporte, o enriquecimento do urânio, a posterior desmontagem da  central e o processamento e confinamento dos resíduos radioativos. Esta  opção produz entre 30 e 60 gramas de CO2 por quilowatt-hora gerado.  Estes dados são da Agência Internacional de Energia Atômica, e é  importante não omiti-los no debate sobre as soluções ao desafio  energético do País. Ainda mais, porque o cálculo que faz hoje o Oxford  Research Group chega até 113 gramas de CO2 por quilowatt-hora. Isso é  aproximadamente a emissão de uma termoelétrica a gás. Portanto, aqui  também há um mito, um afã de descartar, cortar e mostrar uma  parcialidade da realidade desta fonte de energia. Também, o uso de água  na tecnologia nuclear é alto e implica dejetos sólidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;(Envolverde/IHU On-Line)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #1e9b10;"&gt;©&lt;/span&gt; &lt;b&gt;Copyleft&lt;/b&gt; - É livre a reprodução &lt;u&gt;exclusivamente&lt;/u&gt; para fins  não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.&amp;nbsp;   &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9126126034392667160-6819218636821603825?l=energiaesustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/mudanca-na-matriz-energetica-requer.html' title='Mudança na matriz energética requer transformações nos padrões atuais de produção e consumo'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/feeds/6819218636821603825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/mudanca-na-matriz-energetica-requer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/6819218636821603825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/6819218636821603825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/mudanca-na-matriz-energetica-requer.html' title='Mudança na matriz energética requer transformações nos padrões atuais de produção e consumo'/><author><name>Showcolate</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15561449521789054314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9126126034392667160.post-4839773458473424821</id><published>2011-03-09T09:49:00.000-08:00</published><updated>2011-03-18T15:32:07.784-07:00</updated><title type='text'>Franquias estão se tornando “verdes”</title><content type='html'>&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Como os negócios de &lt;i&gt;fast food&lt;/i&gt; estão liderando a caminho de um futuro mais sustentável.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Tornar-se “verde” é uma das principais tendências que todo tipo de negócios está adotando e as franquias de &lt;i&gt;fast food&lt;/i&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; não são exceção. Starbucks, Arby's and McDonald's estão entre os primeiros quando se fala em adotar práticas sustentáveis em suas lojas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Starbucks&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-UN-SfubbkHA/TXe8nwMLHlI/AAAAAAAAAF0/lMR29kCU1AA/s1600/Starbucks.png"&gt;&lt;img align="LEFT" border="0" height="223" name="figura1" src="https://lh6.googleusercontent.com/-UN-SfubbkHA/TXe8nwMLHlI/AAAAAAAAAF0/lMR29kCU1AA/s320/Starbucks.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A Starbucks tem sido apelidada de rainha das rede de lojas “verdes” com nove locais com certificação LEED. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A empresa de café realmente ajudou o U.S. Green Building Council a estabelecer normas para restaurantes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;A Starbucks é detentora de certificação LEED porque “nós temos um compromisso em reduzir nosso impacto ambiental. Nós também percebemos ter uma operação sustentável é realmente &lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;um bom negócio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A Starbucks também está encorajando todos os seus clientes a mudar de copos de papel para canecas reutilizáveis para viagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A Starbucks é “verde” desde 1985, quando começou a oferecer um disconto a clientes que trouxessem uma caneca reutilizável para viagem (isto ainda é feito até hoje). Isto é apenas umas das formas que a Starbucks está cumprindo seu compromisso com a responsabilidade ambiental enquanto trabalha para atingir uma meta de longo prazo de usar 100% copos reutilizáveis ou recicláveis até 2015.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Este movimento global está ocorrendo em locais em todo o mundo incluindo China, Taiwan, Hong Kong, Austrália, Indonésia, Coreia, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas, Cingapura, Tailândia, Áustria, Bahrain, Bélgica, Bulgária, Cyprus, República Checa, Dinamarca, Egito, França, Alemanha, Grécia, Jordânia, Kuwait, Líbano, Holanda, Omã, Polônia, Portugal, Qatar, Romênia, Rússia, Arábia Saudita, Espanha, Suécia, Suiça, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Irlanda, Argentina, Bahamas, Chile, México, Peru, Porto Rico e até no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Arby's&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-C_x4jx_FZeU/TXe9DZuE33I/AAAAAAAAAF4/23HmRVWmATA/s1600/Arbys.png"&gt;&lt;img align="RIGHT" border="0" height="222" name="figura2" src="https://lh5.googleusercontent.com/-C_x4jx_FZeU/TXe9DZuE33I/AAAAAAAAAF4/23HmRVWmATA/s320/Arbys.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O primeiro restaurante &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eco-friendly&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;da Arby's, localizado em Magnolia, Texas, abriu em 23/Abr/2009 e foi recentemente premiado como &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Silver Leadership&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;em certificação de projeto ambiental e energético do &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;U.S. Green Building Council&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;(USGBC)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;. O Arby's &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;de Magnolia é o único restaurante com certificação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Silver &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;LEED do estado do Texas listado no site da USGBC.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;“&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Construimos o primeiro restaurante certificado em LEED porque é um projeto inteligente e é uma forma inteligente de fazer negócios... Economizar em energia e conservação da água resulta em redução de custos”, diz o representante “verde” da Arby's, Cathie Koch.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;“&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Estou tão orgulhoso do trabalho duro que o time fez para melhorar nossa certificação LEED para &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Silver&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;”&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, disse Tom Garret, presidente e CEO do Arby's&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Restaurant Group Inc&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;. “Levaremos as principais lições aprendidas aqui para ajudar a entender mais sobre eficiência energética e construção e projeto &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;eco-friendly.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;”&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Arby's &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;“&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Green Power”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;significa que pelo menos 35% da construção recebe sua eletricidade da fontes renováveis. O exterior da construção tem um telhado de membrana termoplástica para auxiliar na redução do efeito ilha de calor, que pode aumentar a demanda de energia, os custos com ar condicionado, a poluição do ar, os gases de efeito estufa e a qualidade da água no verão. Outros materiais também são usados para melhorar a eficiência energética.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Arby's também recicla seu óleo de cozinha e o papelão dos restaurantes de propriedade da empresa.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-style: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;McDonald's&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-YmvhxpJpsXw/TXe9KCLiQFI/AAAAAAAAAF8/5B99bJB15fM/s1600/McDonald.png"&gt;&lt;img align="LEFT" border="0" height="195" name="figura3" src="https://lh6.googleusercontent.com/-YmvhxpJpsXw/TXe9KCLiQFI/AAAAAAAAAF8/5B99bJB15fM/s320/McDonald.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;McDonald's é a orgulhosa proprietária de dois restaurantes “verdes” certificados em LEED localizados em Chicago e em Cary. “McDonald's é um grande exemplo de empresa que, como muitas outras organizações nos últimos anos, tem implementado responsabilidade social empresarial, incluindo preocupação com o meio ambiente”, disse Marie Coleman do USGBC.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O McDonald's de Chicago foi o restaurante “verde” piloto da empresa. Estima-se que use 25% menos energia que um restaurante tradicional do McDonald's. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-PT"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O restaurante dispõe de sistema de captação de água da chuva e um telhado verde, juntamente com os equipamentos de cozinha Energy Star e equipamentos de rede para economizar energia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A empresa está avaliando o desempenho deste restaurante piloto para ver que características “verdes” podem ser duplicadas nos outros 14.000 restaurantes na América num total de 31.000 locais ao redor do mundo. Além disso, a empresa decidiu expandir no Canadá, França e Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;A loja “verde” de Chicago também recicla recipientes de leite que tem sido usados em tampos de mesa e uma das partes do restaurante foi construído com garrafas de Coca-Cola. Ela também tem projetado locais no estacionamento para veículos híbridos.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" lang="pt-BR" style="font-weight: normal; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O próximo plano de ação “verde” do McDonald's inclui incorporar práticas de manejo florestal sustentáveis em suas embalagens de alimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.foodanddrinkdigital.com/industry-focus/franchising/franchises-are-going-green"&gt;Food &amp;amp; Drink News&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;(original: Laura Canter – tradução: Ramon Risério)&lt;/div&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9126126034392667160-4839773458473424821?l=energiaesustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/franquias-estao-se-tornando-verdes.html' title='Franquias estão se tornando “verdes”'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/feeds/4839773458473424821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/franquias-estao-se-tornando-verdes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/4839773458473424821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/4839773458473424821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/franquias-estao-se-tornando-verdes.html' title='Franquias estão se tornando “verdes”'/><author><name>Showcolate</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15561449521789054314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-UN-SfubbkHA/TXe8nwMLHlI/AAAAAAAAAF0/lMR29kCU1AA/s72-c/Starbucks.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9126126034392667160.post-8206739807593643173</id><published>2011-03-07T17:08:00.000-08:00</published><updated>2011-03-07T17:08:08.159-08:00</updated><title type='text'>Energia Vital!</title><content type='html'>A cada dia a Energia torna-se mais importante para nossa qualidade de vida!&lt;br /&gt;O Meio Ambiente também tem sido reconhecido como fonte dessa qualidade de vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mas como produzir Energia mantendo  um Meio Ambiente saudável?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante toda a existência da humanidade temos aumentado o consumo de energia. A primeira energia que usamos foi a energia da madeira das árvores. Até hoje aquelas pessoas com menor acesso à energia elétrica ainda usam a lenha para iluminar, aquecer, cozinhar e até para ferver água e torná-la potável. Isto fez com que o hábito do desmatamento ainda esteja arraigado em várias culturas, inclusive a nossa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é difícil culpar pessoas que não têm acesso a outras fontes de energia. O que não podemos deixar acontecer em pleno século XXI é o desmatamento ilegal e a produção de carvão de madeira nativa para alimentar indústrias! Isto é inadmíssel! Há muitas formas mais sustentáveis de produzir energia! No entanto, isto ocorre até hoje em Minas Gerais e em vários outros locais de nosso país!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O que vocês acham disso?&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9126126034392667160-8206739807593643173?l=energiaesustentabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/feeds/8206739807593643173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/energia-vital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/8206739807593643173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9126126034392667160/posts/default/8206739807593643173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://energiaesustentabilidade.blogspot.com/2011/03/energia-vital.html' title='Energia Vital!'/><author><name>Showcolate</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15561449521789054314</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
